Do puro diálogo
- 20 de out. de 2017
- 1 min de leitura
Você já conversou consigo?
Sem nenhum problema
Ou medo?
Converse consigo, não te guarde segredos
Como pode conhecer o mundo
Senão conhece a si?
Como pode ter tão grande potencial
Mas teus atos não corresponde a potência?
E não, não é crença!
Saiba,
Nem a forma como tu pensas ou se posiciona
Poderá ser mesmo de seu semblante?
É, querido/a, você pode ser uma pessoa boa
Sublime!
E até é uma pessoa incrível!
Mas se tu não te conheces como deves
Não adianta!
Se tu não fores empático/a
O que adianta contemplar a beleza?
Desilusão palavra que lamenta
Melancolia que liberta
Liberta-te de tuas próprias amarras
Tu já paraste a pensar que a vida não é feita de extremos opostos?
Que as musas te afetam, assim subliminarmente?
Ou não?
Será mesmo
Que tu te entendes tão bem quando diz que entende?
Então, por que queres fugir?
Então, por que se afastar do espelho que revela tua verdadeira face?

Não, querido/a, não vá por ali!
Mas quem sou eu para te alertar em meio ao teu conhecer?
Será necessário a inda ao inconsciente?
Tantas perguntas...
Vagas respostas.
E as pessoas se perdem, tentando se acharem.
E as pessoas se esquecem
tentando lembrar...
E... lembrar do que mesmo?





















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